segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Asilo Dom Bosco

"O Asilo Dom Bosco, localizado na Rua Indaial 90, é uma sociedade civil, destinada ao amparo dos idosos necessitados. Foi fundado em 17 de março de 1936, tendo sido seus fundadores Cesário Pereira, Juvenal Fiúza Lima, José Corbeta e Claudionor Uriarte.

Não foi sem grandes sacrifícios, que conseguiu, após quinze anos decorridos desde a sua fundação, concluir o edifício, situado na Vila Operária: em terreno doado pelo fundador Juvenal Fiúza Lima.

O Asilo até hoje vem se mantendo com enormes dificuldades, exigindo dos seus provedores e demais membros da Diretoria, muito trabalho, sacrifícios e renúncias para mantê-lo ativo com função dos nobres intentos a que se destina.

Da galeria de seus benfeitores e batalhadores, dois nomes afora os dos fundadores, não podem ser esquecidos: Dr. José Menescal e srta. Rosinha Sousa. Se um contemplava o Asilo em seu testamento, a outra dava à filantrópica Instituição inestimável contribuição pessoal de trabalho e devotamento."

Texto: Dr. Mário Uriarte Filho; Ilustração: Lindinalva Deóla da Silva

Algumas páginas sobre edíficios históricos de Itajaí:


Asilo Dom Bosco, Banco Inco, Bangalô, Bar Dinamarca, Bauer e Cia, Café Democrático, Caixa da Sociedade Beneficente dos Estivadores, Capelinha de Cabeçudas, Casa Agostinho Alves Ramos, Casa Alberto Werner, Casa Almeida e Voigt, Casa Amaral, Casa Asseburg, Casa Bonifácio Schmitt, Casa Bruno Malburg, Casa Cesário, Casa da Família João Bauer, Casa das Irmãs da Imaculada Conceição, Casa Jacob Bauer, Casa Konder, Casa Lauro Müller, Casa Popular da Vila Operária, Casa Primo Uller, Casa Rauert, Casarão Burghardt, Casarão da Família Fontes, Casarão Malburg, Casarão Olímpio Miranda, Casarão Peiter, Cia. Fábrica de Papel Itajaí, Colégio São José, Edifício da Fiscalização dos Portos, Fábrica de Tecidos Carlos Renaux, Farmácia Brasil, Ginásio Itajaí, Grupo Escolar Floriano Peixoto, Grupo Escolar Lauro Müller, Grupo Escolar Victor Meirelles, Herbário Barbosa Rodrigues, Hospital Santa Beatriz, Hotel Brazil, Hotel Cabeçudas, Igreja da Imaculada Conceição, Igreja da Vila Operária, Igreja do Santíssimo Sacramento, Igreja Luterana, Mercado Público, Palácio Marcos Konder, Primeira Sede da Municipalidade, Primeira Sede dos Correios, Sociedade dos Atiradores, Sociedade Guarani.

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Banco Inco

"Em virtude da existência de poucos bancos que pudessem atender a expansão desenvolvimentista de Santa Catarina, Irineu Bornhausen, Otto Renaux, Genésio Miranda Lins, Bonifácio Schimitt, Antônio Ramos, Francisco Almeida c Augusto Voigt deliberaram fundar uma organização bancária, que foi construída através da Assembléia Geral realizada em 23/02/1935, nascendo assim o Banco da Indústria e Comércio de Santa Catarina S/A - INCO.

Inicialmente, em face da embrionária criação, foi o Banco Inco instalado no prédio ainda existente, localizado na esquina da Rua Hercílio Luz com a XV de novembro, de propriedade de Algusto Voigt.

Com o passar dos anos e em função do enorme crescimento da rede bancária do INCO, sua diretoria viu-se na contingência de efetuar a construção de um prédio que seria utilizado para o bom atendimento à sua extensa clientela e onde também passaria a funcionar a Direção Geral.

Assim é que, na década de 1950, foi iniciada e concluída a construção de um edifício composto de quatro pavimentos, situado à Rua Hercílio Luz esquina com a Felipe Schmidt, que passou a ser ocupada pela agência local, almoxarifado central e Direção Geral.

O edifício do Banco Inco naquela época, representava verdadeiro cartão postal da cidade, com suas linhas arquitetônicas arrojadas, sendo motivo de orgulho para toda a população.A construção do Edifício Banco Inco, foi confiada à firma Francisco Evaristo Canziani & Cia. Ltda.

Poucos são os itajaienses que, de forma direta ou indiretamente, não tenham sido funcionários do Banco Inco, que acima de tudo proporcionou a sua população benefícios de toda sorte."

Texto: Valdir João Silva (Advogado e ex-funcionário do Banco Inco. Foi presidente da UESI - União dos Estudantes Secundários de Itajaí. Participou do movimento em prol da construção das Faculdades de Itajaí); Ilustração: Lindinalva Deóla da Silva

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Asilo Dom Bosco, Banco Inco, Bangalô, Bar Dinamarca, Bauer e Cia, Café Democrático, Caixa da Sociedade Beneficente dos Estivadores, Capelinha de Cabeçudas, Casa Agostinho Alves Ramos, Casa Alberto Werner, Casa Almeida e Voigt, Casa Amaral, Casa Asseburg, Casa Bonifácio Schmitt, Casa Bruno Malburg, Casa Cesário, Casa da Família João Bauer, Casa das Irmãs da Imaculada Conceição, Casa Jacob Bauer, Casa Konder, Casa Lauro Müller, Casa Popular da Vila Operária, Casa Primo Uller, Casa Rauert, Casarão Burghardt, Casarão da Família Fontes, Casarão Malburg, Casarão Olímpio Miranda, Casarão Peiter, Cia. Fábrica de Papel Itajaí, Colégio São José, Edifício da Fiscalização dos Portos, Fábrica de Tecidos Carlos Renaux, Farmácia Brasil, Ginásio Itajaí, Grupo Escolar Floriano Peixoto, Grupo Escolar Lauro Müller, Grupo Escolar Victor Meirelles, Herbário Barbosa Rodrigues, Hospital Santa Beatriz, Hotel Brazil, Hotel Cabeçudas, Igreja da Imaculada Conceição, Igreja da Vila Operária, Igreja do Santíssimo Sacramento, Igreja Luterana, Mercado Público, Palácio Marcos Konder, Primeira Sede da Municipalidade, Primeira Sede dos Correios, Sociedade dos Atiradores, Sociedade Guarani.

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Bangalô

"A peculiar caracterização do bangalô é a disposição de seu telhado, construído com quatro águas: duas menores e duas maiores. As duas menores em geral ficam na frente e nos fundos; enquanto as águas maiores descem para os lados. Esta disposição das águas do telhado exige seu esquadrejamento em quadrados.

O bangalô foi provavelmente introduzido em Itajaí no século XIX, como maneira moderna de construção das casas de moradia.

O bangalô, como se sabe, é originário da Índia, onde identificava a casa de campo, baixa, de um andar só, geralmente com grande varanda coberta. Foram os ingleses que o trouxeram para o Ocidente, anglicizando a denominação indiana para "bungalow".

Os bangalôs foram construídos em Itajaí por toda a cidade. Eram construções de alvenaria ou de madeira, com ou sem varandas. A opção pelo material da construção dependia do nível econômico do proprietário, pois sendo a madeira muito abundante e mais barata, até nas primeiras décadas deste século na cidade, era a preferida daqueles que não dispunham de grandes recursos financeiros.

A ilustração a que se refere este texto retrata um bangalô de madeira, casa térrea da Vila Operária, no começo da década de 1950, para residência de classe média. As madeiras utilizadas na construção civil eram a canela ou a peroba, mas se construía também com pinho."

Texto:Professor Edson D'Avila; Ilustração: Lindinalva Deóla da Silva

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Asilo Dom Bosco, Banco Inco, Bangalô, Bar Dinamarca, Bauer e Cia, Café Democrático, Caixa da Sociedade Beneficente dos Estivadores, Capelinha de Cabeçudas, Casa Agostinho Alves Ramos, Casa Alberto Werner, Casa Almeida e Voigt, Casa Amaral, Casa Asseburg, Casa Bonifácio Schmitt, Casa Bruno Malburg, Casa Cesário, Casa da Família João Bauer, Casa das Irmãs da Imaculada Conceição, Casa Jacob Bauer, Casa Konder, Casa Lauro Müller, Casa Popular da Vila Operária, Casa Primo Uller, Casa Rauert, Casarão Burghardt, Casarão da Família Fontes, Casarão Malburg, Casarão Olímpio Miranda, Casarão Peiter, Cia. Fábrica de Papel Itajaí, Colégio São José, Edifício da Fiscalização dos Portos, Fábrica de Tecidos Carlos Renaux, Farmácia Brasil, Ginásio Itajaí, Grupo Escolar Floriano Peixoto, Grupo Escolar Lauro Müller, Grupo Escolar Victor Meirelles, Herbário Barbosa Rodrigues, Hospital Santa Beatriz, Hotel Brazil, Hotel Cabeçudas, Igreja da Imaculada Conceição, Igreja da Vila Operária, Igreja do Santíssimo Sacramento, Igreja Luterana, Mercado Público, Palácio Marcos Konder, Primeira Sede da Municipalidade, Primeira Sede dos Correios, Sociedade dos Atiradores, Sociedade Guarani.

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