domingo, 21 de agosto de 2011

Ursula Andress, a bond girl

Ursula Andress, atriz, nasceu em Ostermundigen, próximo a Berna, na Suíça, filha da suíça Anna e de Rolf Andress, diplomata alemão que foi expulso da Suíça por motivos políticos. Andress tem quatro irmãs e um irmão, e é fluente em inglês, francês, italiano e alemão.

Em 1953 iniciou sua estréia nos estudios de Roma, apesar de alguns trabalhos como figurante, atraiu mais a atenção por seu casamento com o ator John Derek que por suas primeiras interpretaçoes.

A fama veio dez anos depois, como Honey Rider no primeiro filme de James Bond, o agente 007 Dr. No (1962) interpretado pelo ator ingles Sean Conery, sob a direção de Terrence Youg. Ela fez sucesso pelo seu corpo sensual e pelo seu traje de banho reduzido ostentando um largo cinturão com enorme fivela e portando um fuzil-arpão.
Honey Rider - Dr. No (1962)
Posteriormente fez alguns papéis com mais ou menos roupa e foi muito bem dirigida por Robert Aldrich em Quatro Heróis do Texas (1963). Fez também uma feiticeira imortal em Ela a Feiticeira (1965) de Robert Day, baseado numa novela de Edgar Rice Burrougs o célebre criador de Tarzan.

Ursula trabalhou com atores famosos como Jean Paul Belmondo, James Masson, George Peppard, David Nivem e muitos outros.

Curiosamente Ursula Andress não queria trabalhar em Dr No, no entanto seu marido John Derek, aconselhou-a a aceitar o papel, pelo qual recebeu 12.000 dólares, e lhe abriu as portas do mundo da sétima arte.

Na vida pessoal, namorou astros como James Dean, Marlon Brando. Foi casada com John Derek, entre 1957 e 1966. Tem um filho, Dimitri Alexander Hamlin (nascido em 1980), com Harry Hamlin.


Filmes

Die Vogelpredigt (2005)
Cremaster 5 (1997)
Alles gelogen (1996)
Fantaghirò 4 (1994) (TV)
Fantaghirò 3 (1993) (TV)
Man Against the Mob: The Chinatown Murders (1989) (TV)
Il professore - Diva (1989) (TV)
Klassäzämekunft (1988)
Liberté, égalité, choucroute (1985)
Krasnye kolokola, film pervyy - Meksika v ogne (1982)
Clash of the Titans (1981)
The Fifth Musketeer (1979)
Letti selvaggi (1979)
La montagna del dio cannibale (1978)
Doppio delitto (1977)
Le avventure e gli amori di Scaramouche (1976)
Africa Express (1976)
Safari Express (1976)
Spogliamoci così senza pudor (1976)
L'infermiera (1975)
Colpo in canna (1975)
L'ultima chance (1973)
Soleil rouge - Sol Vermelho (1971)
Perfect Friday (1970)
The Southern Star (1969)
Le dolci signore (1968)
Casino Royale (1967)
Once Before I Die (1966)
The Blue Max (1966)
La decima vittima (1965)
Les tribulations d'un Chinois en Chine (1965)
What's New Pussycat - O que é que há gatinha? (1965)
She (1965)
Nightmare in the Sun (1965)
4 for Texas (1963)
Fun in Acapulco - O Seresteiro de Acapulco (1963)
Dr. No - 007 contra o Satânico Dr. No (1962)
La catena dell'odio (1955)
Un americano a Roma (1954)

Fontes: Cinema Clássico; Sapo Cinema, Wikipédia.
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sábado, 20 de agosto de 2011

Debbie Reynolds

Debbie Reynolds (Mary Francês Reynolds), atriz, nasceu em El Paso, Texas, Estados Unidos, em 01/04/1932. Em 1948, quando tinha 16 anos, ganhou um concurso de beleza de Miss Burbank, localidade californiana onde morava desde criança.

Esse título lhe deu um contrato com a Warner, estúdio onde obteve uma participação no filme June Bride, que foi o seu de estréia (uma comédia protagonizada por Bette Davis y Robert Montgomery).

Ela nunca tinha dançado, até que foi escolhida por Gene Kelly para protagonizar ao seu lado Sing' In the Rain (1952). O filme se tornou um dos maiores sucessos de todos os tempos e Debbie seguiu fazendo musicais e comédias românticas.


Em 1955 contracenou com Frank Sinatra, em Armadilha Amorosa. Em 1964 foi indicada ao Oscar pelo seu papel em A Inconquistável Molly Brown.

Foi casada com Eddie Fisher, com quem teve dois filhos. Dentre eles, a atriz Carrie Fisher, mais conhecida como a Princesa Leia de Stars Wars. Seu segundo marido foi o magnata Harry Karl.

Com a decadência de sua carreira, seguiu se apresentando nos palcos. Comprou um cassino em Las Vegas e atualmente junta itens de sua coleção para seu próprio Museu, onde constam artigos de filmes, roupas usadas por outros atores, como Judy Garland e memórias.

Filmografia

June Bride (1948)
The Daughter of Rosie O'Grady (1950)
Three Little Words (1950)
Two Weeks with Love *Mr. Imperium (1951)
Singin' in the Rain (1952)
Skirts Ahoy! (1952)
I Love Melvin (1953)
The Many Loves of Dobie Gillis / The Affairs of Dobie Gillis (1953)
Give a Girl a Break (1954)
Susan Slept Here (1954)
Athena (1954)
Hit the Deck (1955)
The Tender Trap (1955)
Meet Me in Las Vegas (1956)
The Catered Affair (1956)
Bundle of Joy (1956)
Tammy and the Bachelor (1957)
This Happy Feeling (1958)
The Mating Game (1959)
Say One for Me (1959)
It Started with a Kiss (1959)
The Gazebo (1959)
The Rat Race (1960)
Pepe (1960)
The Pleasure of His Company (1961)
The Second Time Around (1961)
How the West Was Won (1962)
Mary, Mary (1963)
My Six Loves (1963)
The Unsinkable Molly Brown (1964)
Goodbye Charlie (1964)
The Singing Nun (1966)
Divorce American Style (1967)
How Sweet It Is! (1968)
What's the Matter with Helen? (1971)
Charlotte's Web (1973) (voz)
Busby Berkeley (1974) (documentário)
That's Entertainment! (1974)
Kiki's Delivery Service (1989) (voz na versão em inglês de 1998)
The Bodyguard (1992)
Jack L. Warner: The Last Mogul (1993) (documentário)
Heaven & Earth (1993)
That's Entertainment! III (1994)
Mother (1996)
Wedding Bell Blues (1996)
In & Out (1997)
Halloweentown (1998)
Fear and Loathing in Las Vegas (1998)
Zack and Reba (1998)
Rudolph the Red-Nosed Reindeer: The Movie (1998) (voice)
Keepers of the Frame (1999) (documentário)
Rugrats in Paris: The Movie (2000) (voz)
Halloweentown II: Kalabar's Revenge (2001)
Cinerama Adventure (2002) (documentário)
Connie and Carla (2004)
Halloweentown High (2004)
Return to Halloweentown (2006)
Mr. Warmth: The Don Rickles Project (2007) (documentário)
The Jill & Tony Curtis Story (2008) (documentário)
Blaze of Glory (2008) (voz)
The Brothers Warner (2008) (documentário)
Fay Wray: A Life (2008) (documentário)
Broadway: Beyond the Golden Age (2009) (documentário)
One for the Money (2011)(Vovó Mazur)

Fonte: Wikipedia; alohacriticón; Cinema Clássico.
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O homem das nádegas frias

A historinha que vai contada abaixo, naquele estilo literário que fez de Stanislaw Ponte Preta um escri­tor de importância transcendental, é absolutamente ver­dadeira e — a par de ser jocosa — serve para provar que na época hodierna a mulher está tão desacostumada ao cavalheirismo, que engrossa a toda hora, por falta de treino.

A pessoa que foi testemunha do episódio merece todo crédito e garante que aconteceu no interior de um desses ônibus elétricos que a irreverência popular apelidou de chifrado. O ônibus vinha lotado e, como acontece com tanta freqüência, com vários passageiros em pé.

Antiga­mente, quando havia passageiro em pé, era tudo homem, porque a delicadeza mandava que os cavalheiros cedessem seus lugares às damas. Hoje, porém, é na base do chega-pra-lá.

Vai daí, havia um senhor que estava sentado distraidamente lendo o seu jornal e nem percebeu que havia em pé, ao seu lado, uma jovem senhora dessas que não são nem de capelão largar batina, nem de mandar dizer que não está. Em suma: uma mulher bastante razoável.

O senhor acabou de ler o seu jornal, dobrou-o e deu aquela espiada em volta, ocasião em que percebeu a dis­tinta viajando em pé, ao seu lado. Devia ser um cavalhei­ro de conservar hábitos d'antanho porque, imediatamen­te, levantou-se e disse pra dona:

— Faça o obséquio de sentar-se, minha senhora. Seu ato não parecia esconder segundas intenções, tão espontâneo ele foi. Mas, se o cavalheiro era antigão, a madama era moderninha. Achou logo que o senhor esta­va querendo fazer hora com ela e, desacostumada ao gesto delicado, torceu o nariz e falou:

— Muito obrigada, mas eu não sento em lugar quente. Houve risinho esparso pelo ônibus e comentários velados, o que deixaria o senhor com cara de tacho, não fosse ele — conforme ficou provado — pessoa de muita presença de espírito.

Notando que todos o olhavam como se ele fosse um palhaço, o gentil passageiro voltou a sentar-se e disse, no mesmo tom de voz da grosseira passageira, isto é, naque­le tom de voz que desperta a atenção geral:

— Sinto muito que o lugar esteja quente, minha se­nhora. Mas não existe nenhum processo que nos permita carregar uma geladeira no rabo.

Alias, ele não disse rabo. Ele disse mesmo foi bunda.
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Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Porto).

Fonte: FEBEAPÁ 1: primeiro festival de besteira que assola o país / Stanislaw Ponte Preta; prefácio e ilustração de Jaguar. — 12. ed. — Rio de Janeiro; Civilização Brasileira, 1996.
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