
A morte do faraó, há 3 mil anos, já foi alvo de diferentes versões. Assassinato, lepra, picada de cobra e até a queda de uma biga. Para Ashrafian, porém, o segredo pode estar nos "seios" da múmia.
O tipo de epilepsia que lhe dava uma forma feminina pode tê-lo matado. Já a possibilidade de uma queda foi reforçada devido a recentes exames raios X que mostram ossos quebrados do corpo.
O cirurgião diz que esculturas e pinturas do faraó, além das de quatro homens próximos, mostram que eles possuíam seios e também quadris largos. Ele argumenta que todos morreram jovens, o que pode sugerir algum tipo de condição hereditária.
Ashrafian também encontrou pistas de associações entre dois dos faraós estudados com relatos de visões religiosas. O crescimento das mamas nos homens é denominado ginecomastia. No período de Tutancamôn, tinha-se poucas informações sobre o problema.
Fonte: Globo - Ciência