quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Peça “D. Maria, A Louca” chega a Itajaí

Encenada pela grande atriz Maria do Céu Guerra, a peça que já é sucesso internacional, desembarca na cidade nesta sexta-feira.  

Um encontro entre o texto catarinense de maior repercussão dentro e fora do Brasil com a grande estrela do teatro português, a atriz Maria do Céu Guerra. Nesta sexta-feira (28/9), o Teatro Municipal de Itajaí será palco para o espetáculo “D. Maria, a Louca”, com apresentação única e entrada franca, a partir das 20h30.

Com texto do dramaturgo de Florianópolis Antônio Cunha, a peça ficcciona sobre bases históricas, as memórias da rainha portuguesa D. Maria I em sua chegada ao Brasil, depois de fugir da invasão napoleônica no início do século XIX. As apresentações, sempre com casa cheia e aplausos do público e da crítica, estrearam em Lisboa no ano passado com produção do Grupo A Barraca e permanecem em cartaz até o momento em várias cidades portuguesas. Tanto é, que a interpretação memorável da atriz e diretora da peça, Maria do Céu Guerra, deu a ela o importante Prêmio Nacional de Teatro Bernardo Santareno.

Agora, sob o comando da Esfera Produções Artísticas de Florianópolis, a obra está em turnê em Santa Catarina este mês, com patrocínio do Floripa Teatro, da Caixa Econômica Federal, da Federação dos Trabalhadores no Comécio no Estado – Fecesc e da Eletrosul.

Depois de abrir o 19º Festival Nacional de Teatro de Florianópolis Isnard Azevedo e passar por Lages, Jaraguá do Sul e Joinville, a peça à Itajaí e ainda passa por Criciúma no domingo. Depois do espetáculo, haverá um debate entre o público e a equipe.

Sinopse


É fevereiro de 1808. No Rio de Janeiro, atraca na Baía de Guanabara, parte da frota conduzindo a corte portuguesa, que veio fugida da invasão das tropas napoleônicas que dominavam o abatido reino. Depois de uma longa viagem, iniciada na manhã de novembro de 1807, aportava em águas calmas, a velha rainha D. Maria I. Já debilitada física e mentalmente, por ordens do príncipe regente Dom João, ela é mantida ainda por dois dias no interior da nau Príncipe Real.

O monólogo apresenta Dona Maria I, apelidada no Brasil como “a louca”, nos dois intermináveis dias dentro da nau, acompanhada de sua aia Joaninha. Dona Maria resgata os fatos marcantes da sua vida, que se confundem com a impactante fase do fim da monarquia despótica portuguesa, entrelaçando-os com o seu particular momento diante do “fim de mundo”, do qual é, paradoxalmente, prisioneira e senhora. Do alto de sua “insanidade”, a protagonista assim define o seu tormento: “A loucura não é uma porta que se nos fecha, mas muitas janelas que se nos abrem, só que todas ao mesmo tempo”.

Fonte:  Liana Gualberto - Assessora de Imprensa (Espetáculo D. Maria, A Louca - 48 8469.5658)
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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Peça "Marido, Matriz e Filial"

O espetáculo teatral “Marido, Matriz e Filial”, escrito pelo renomado jornalista Sérgio Jockymann e encenado pela Cia Insaio de Teatro, estará em pauta no Teatro Municipal de Itajaí.

Com direção de Regina Bastos, a peça representa com bom humor os conflitos de um casal no momento em que a esposa descobre que está sendo traída. A terceira pessoa da relação entra na discussão, enquanto fatos inusitados surgem para o casal. O triângulo amoroso é interpretado pelos atores Braz Pereira, Vilma Fernandes e Thaís Paul.

O trabalho é uma releitura do texto da década de 1960 feita pelo grupo paranaense. Após sete anos casado com Ana, Luiz conhece Flavia, com quem começa a ter um relacionamento extraconjugal. O marido, para não perder a mulher e a amante, tenta manter a passividade e calma nos momentos de crise. A esposa arquiteta planos para tirar a amante da jogada que, por sua vez, trabalha de todas as maneiras para conseguir ficar com o marido da outra.

No elenco: Vilma Fernandes, Braz Pereira e Flávia Campos.
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: Livre

Serviço:
MARIDO, MATRIZ E FILIAL
Teatro Municipal de Itajaí
Rua Gregório Chaves, 110 – Fazenda – Itajaí – SC
Dia 06 de outubro de 2012
Sábado às 20:00 horas

Ingressos:
R$ 40 – Inteira
R$ 20 – Meia (mediante comprovação).

Fontes: clickcamboriu; clicrbs.
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domingo, 23 de setembro de 2012

Cadê tu, político honesto?

Político "ficha limpa" tá difícil. "Voto limpo" tá mais difícil ainda: muito candidato(a) por aqui querendo "mamar" que até o Patrão Véio do Céu duvida, tchê! (foto: Av. Brasil, B. Camboriú-SC).



Dois políticos analisam uma proposta de negociata em Brasília. São muito milhões em jogo. Um deles pergunta:

— Quanto nos dariam por isso?

— Num país sério, nos dariam uns quinze anos, eu acho.

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Um dos políticos da primeira piada ia andando pela rua, passou em frente a um banco e lembrou-se de que precisava de algum dinheiro. Entrou no banco e viu que estava sem a carteira, sem o cartão do banco, sem cheques e sem documentos. Mesmo assim foi falar com o gerente para ver se ele quebrava o galho.

— Bem, — disse o gerente — é difícil atender o seu pedido. Eu não conheço o senhor, o senhor não tem documentos. Agora, se o senhor provar quem é, talvez eu possa fazer alguma coisa.

— O que é que você está querendo dizer? Eu sou um deputado muito importante — falou o político com a peculiar arrogância.

— É o seguinte: um dia desses entrou aqui no banco o cantor Alceu Valença. Ele não tinha documentos, mas cantou um trecho de "Morena Tropicana". Com isto, ele comprovou a identidade dele e eu autorizei o saque. Outro dia, isso aconteceu com o Romário. Ele não tinha documentos, mas comprovou a identidade dele dando um show de bola. Entendeu?

— Ah, entendi.

O político pensou um pouco e falou:

— Mas eu não sei fazer nada, só faço trampolinagens, maracutaias, safadezas, essas coisas...

— Quanto é mesmo que o senhor quer sacar? O senhor quer em notas de cinquenta ou de cem reais?
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