domingo, 6 de maio de 2012

A bela Porto Belo - II


Novamente, neste sábado, passeando por este cantinho paradisíaco. E este nosso encanto pelo local talvez se deva à sua natureza preservada, suas casas, piratas do passado e por suas belas praias, nos remetendo a um passado bem antigo, na época em que foi colonizada por açorianos. A bela e antiguíssima Porto Belo....


A secular Igreja de Bom Jesus dos Aflitos (Porto Belo-SC, 05/05/2012)


O turístico "Porto dos Piratas", defronte à antiga Igreja Bom Jesus dos Aflitos (05/05/2012)










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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Sete vidas felinas

Ninguém sabe ao certo a origem da lenda de que os gatos teriam sete vidas. "O mais provável é que eles ganharam a fama por causa do seu sistema imunológico eficiente - já notou que é difícil gato ficar doente? - e por sua exímia agilidade, que lhes permite cair sempre de pé", diz o zoólogo Carlos Alberts, da Universidade Estadual Paulista (UNESP), especialista em comportamento animal.

Mas por que sete e não outro número? O curioso é que a quantidade de vidas varia de uma parte do planeta para outra. Nos países de língua inglesa são nove, em vez de sete vidas. Os dois números têm um significado místico especial em diversas culturas e religiões. Na cabala, o sete é um dos algarismos de maior potência mágica e o nove não fica atrás, representando a vida e a abundância.

Ainda que seja impossível apontar a origem exata da lenda, acredita-se que ela esteja na Idade Média, quando se imaginava que as bruxas se associavam aos gatos, principalmente os pretos.

Em 1584, no livro Beware the Cat (Cuidado com o gato), o escritor inglês William Baldwin dizia que "é permitido às bruxas possuírem o corpo do seu gato por nove vezes". Outro inglês, John Heywood, reuniu, em 1546, uma coletânea de provérbios, dos quais um dizia que "a mulher, assim como o gato, tem nove vidas".

Já os árabes e turcos nada tinham contra os gatos (Maomé vivia cercado deles) e seus provérbios falam em sete vidas. É provável que tenham passado essa versão para espanhóis e portugueses na ocupação da Península Ibérica pelos mouros - que teve início no século VIII e durou quase 800 anos. A partir de Portugal, o mito das sete vidas felinas logo chegou ao Brasil.

Fonte: ME
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Dormir demais cansa

Sabe aquela moleza e aquela sensação de cansaço que batem depois que você dorme muito? Podem ter surgido justamente porque você descansou demais. Isso também vale para o raciocínio lento e para a dificuldade extra de se concentrar.

Dormir em excesso, mesmo que de vez em quando, faz tão mal para a saúde quanto dormir pouco. "Se você dorme menos ou mais que o tempo de que seu corpo precisa para descansar, o cérebro fica irritado e seu desempenho é prejudicado", diz o psiquiatra Dirceu Valladares, especializado em medicina do sono na Universidade da Califórnia (EUA).

Não é só o cérebro que se incomoda com essa história. Uma pesquisa de 2009 da Universidade de Laval, no Canadá, que observou 9 mil pessoas, concluiu que quem dormia nove ou mais horas por noite tinha 48% mais riscos de desenvolver diabetes do que os demais.

Já um estudo de 2003 feito pelo Hospital-Geral de Vancouver, também no Canadá, com 70 mil mulheres, constatou que aquelas que dormiam entre nove e 11 horas eram 38% mais propensas a ter problemas de coração do que as que dormiam oito horas. Há ainda estudos que associam o hábito de dormir demais a dores de cabeça, obesidade e até depressão.

"Cada pessoa tem seu próprio relógio biológico. É ele quem dita a quantidade de descanso necessária para você", diz Valladares. Ou seja, sua amiga pode dormir apenas seis horas e acordar toda disposta, mas você talvez precise de mais que isso para funcionar direitinho no dia seguinte. É normal.

Segundo o psiquiatra, basta ficar atenta às reações do seu corpo ao tempo dormido para encontrar o balanço ideal. Mas, uma vez encontrado, é preciso respeitá-lo. "Não adianta querer 'colocar o sono em dia'. O corpo estranha, e você sai prejudicada", ele explica.

Fonte: GLOSS/ M de Mulher
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