quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Fábula dos dois leões

Diz que eram dois leões que fugiram do Jardim Zoológico. Na hora da fuga cada um tomou um rumo, para despistar os perseguidores. Um dos leões foi para as matas da Tijuca e outro foi para o centro da cidade. Procuraram os leões de todo jeito mas ninguém encontrou. Tinham sumido, que nem o leite.

Vai daí, depois de uma semana, para surpresa geral, o leão que voltou foi justamente o que fugira para as matas da Tijuca. Voltou magro, faminto e alquebrado.

Foi preciso pedir a um deputado do PTB que arranjasse vaga para ele no Jardim Zoológico outra vez, porque ninguém via vantagem em reintegrar um leão tão carcomido assim. E, como deputado do PTB arranja sempre colocação para quem não interessa colocar, o leão foi reconduzido à sua jaula.

Passaram-se oito meses e ninguém mais se lembrava do leão que fugira para o centro da cidade quando, lá um dia, o bruto foi recapturado. Voltou para o Jardim Zoológico gordo, sadio, vendendo saúde. Apresentava aquele ar próspero do Augusto Frederico Schmidt que, para certas coisas, também é leão.

Mal ficaram juntos de novo, o leão que fugira para as florestas da Tijuca disse pro coleguinha: — Puxa, rapaz, como é que você conseguiu ficar na cidade esse tempo todo e ainda voltar com essa saúde? Eu, que fugi para as matas da Tijuca, tive que pedir arreglo, porque quase não encontrava o que comer, como é então que você... vá, diz como foi.

O outro leão então explicou: — Eu meti os peitos e fui me esconder numa repartição pública. Cada dia eu comia um funcionário e ninguém dava por falta dele.

— E por que voltou pra cá? Tinham acabado os funcionários?

— Nada disso. O que não acaba no Brasil é funcionário público. É que eu cometi um erro gravíssimo. Comi o diretor, idem um chefe de seção, funcionários diversos, ninguém dava por falta. No dia em que eu comi o cara que servia o cafezinho... me apanharam.


Fonte: Texto extraído do livro “Primo Altamirando e Elas”, Editora do Autor – Rio de Janeiro, 1961, pág. 153.
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Uma tarde na SANTUR

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Hoje fomos visitar a SANTUR, um parque realmente maravilhoso onde encontramos um complexo museu oceonográfico e um razoável jardim zoológico! Uma tarde divertida neste domingo...

Fundado em 1981, o Parque da Fauna Flora e Gea Parque Cyro Gevaerd, Zoológico da SANTUR, em Balneário Camboriú é um dos mais completos do Estado. Devido ao seu fácil acesso junto à BR 101, visitá-lo se torna uma oportunidade rara para conhecer várias espécies de animais e plantas e ainda ver de perto o trabalho de preservação e pesquisa desenvolvido no zoológico.

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Ocupando uma área de 39.000 metros quadrados em sua maior parte coberta por Mata Atlântica, o zoológico do parque é uma ótima opção de turismo com educação ambiental e contato com a natureza.

O Parque está distribuído da seguinte forma: Mundo das Aves, Terrário Aquário, Tartarugário, Museu Oceanográfico e Arqueológico, do Pescador, Minicidade e minifazenda.

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Desenvolve o projeto "Escola no Zôo" um programa educativo que tem por finalidade a sensibilização através do conhecimento adquirido durante a visita ao zoológico, atendendo estudantes das redes públicas e particulares, portadores de necessidades especiais e melhor idade do Estado de Santa Catarina.

Horário de atendimento no verão: das 9 às 19:30 horas e na baixa temporada (período de 01/03 a 30/11) é das 9 às 17:30 horas.

O parque está situado em Balneário Camboriú/SC, à BR-101 – km 137.

Fonte: Santur
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