segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Sunset

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Clique na foto para ampliar. Foi tirada recente, às 17:28 do dia 4 de julho de 2009. Local: Molhes da Barra do Farol - Itajaí - Sta. Catarina
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Tiffany Harp and Capone Brothers


Tiffany Helga é uma gaitista de blues clássico referenciada no início dos anos 50, na era da eletrificação do blues das gravações da chess records. Tem como suas principais influências: Little Walter,Sonny Boy Willianson II e Big Walter Horton.

Brasileira natural de Itajaí-SC, logo cedo despertou o amor para o blues e pela harmônica aonde desde 2003 vem tocando e com uma evolução extraordinária chamando a atenção de todos cada vez mais, pela sua qualidade técnica e evolução em um período tão curto de tempo.

Ainda não temos certeza, mas Tiffany Helga pode vir a ser a primeira “band leader’’ gaitista do mundo. Destaca-se através de seu conhecimento sua virtuosidade e sua paixão por tocar o blues. Com uma pegada forte lembra ícones do blues da década de 50 e 60, o que é muito difícil de se ver nos dias de hoje.

Uma gaitista que sem dúvida nenhuma faz jus ao cenário nacional dos artistas de blues tradicional. Em sua busca pela sonoridade vintage buscou conselho com o mestre da sonoridade da harmônica blues "Andre Serrano" optando então por um amplificador "Classman Harp 12": visite o blog dos amplificadores clicando aqui em SERRANO AMPS

Tiffany usa Serrano amps Classman Harp 12
Microfone de Gaita : Eletrovoice 605 / Shure cm - cápsula vintage anos 60 – conhecido como: Som de Chicago.

Tiffany Harp é acompanhada pela banda - Capone Brothers:

Léo Maier (Guitarra e Vocais), Mustache Maia (Baixo/vocal), Leonardo França no (Teclado) e Emanuel Sofia (Bateria).

Tocamos o blues da década de 50´s e 60´s interpretando grandes nomes do blues, sempre se esforçando ao Maximo para atingir a qualidade e a sonoridade do mais verdadeiro e puro blues.

Por Emanuel Sofia
Comunidade no Orkut: Tiffany Harp & Capone Brothers
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Rui Barbosa e o ladrão

Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.

Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.

Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus patos, disse-lhe:

- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa.

Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinquagésima potência que o vulgo denomina nada.

E o ladrão, confuso, diz:

- Dotô, resumino, eu levo ou deixo os pato?

Fonte: Enviada por Cristianne Camis, via e-mail, nesta data.
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