segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O surpreendente Carnaval de Joaçaba - III

Vale Samba - Carnaval 2009 - Joaçaba

A Escola contando a própria história e comemorando o aniversário de 30 anos, buscou na África suas origens. Com o enredo "África Velha Matriz... A Vale é samba... é raça, é raiz!", o carnavalesco Jorge Zamoner pegou carona no ritmo que envolve o Carnaval e fez uma contagiante narrativa. Mais fotos no orkut em Joaçaba - Carnaval 2009 - Fotos.

Vale Samba - Joaçaba/2009
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A advogada e o surdo

Um chefão da Máfia descobriu que seu contador havia desviado 10 milhões de dólares do caixa.

O contador era surdo-mudo e por isto fora admitido, pois nada poderia ouvir e em caso de um eventual processo, não poderia depor como testemunha.

Quando o chefão foi dar um arrocho nele sobre os US$ 10 milhões, levou junto sua advogada, que sabia a linguagem de sinais dos surdos-mudos. O chefão perguntou ao contador:

- Onde estão os U$ 10 milhões que você levou?

A advogada usando a linguagem dos sinais, transmitiu a pergunta ao contador, que logo respondeu em sinais:

- Eu não sei do que vocês estão falando.

A advogada traduziu para o chefão:

- Ele disse não saber do que se trata.

O mafioso sacou uma pistola 45 e encostou-a na testa do contador, gritando:

- Pergunte a ele de novo.

A advogada, sinalizando, disse ao infeliz:

- Ele vai te matar se você não contar onde está o dinheiro.

O contador sinalizou em resposta:

- OK, vocês venceram, o dinheiro está numa valise marrom de couro, enterrada no quintal da casa de meu primo Enzo, no nº 400, da Rua 26, quadra 8, no bairro Santa Marta!

O mafioso perguntou para a advogada:

- O que ele disse?

A advogada respondeu:

- Ele disse que não tem medo de viado e que você não é macho o bastante para puxar o gatilho...

Fonte: Cristianne de uma mensagem hotmail... mas valeu!
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Merda!

Por que, antes de entrar em cena, os atores de teatro dizem "merda" uns para os outros? No teatro, essa palavra é uma saudação de boa sorte.

As pessoas chegavam, antigamente, aos teatros em carruagens. Quanto mais carruagens, mais merda os cavalos deixavam nas ruas e calçadas.

Assim, muitas pessoas entravam no teatro com os sapatos sujos e quanto mais merda deixada nos capachos, mais a casa estaria cheia.

Uma outra versão nos conta que, em 18 de junho de 1815, tropas inglesas derrotaram o exército francês, que foi intimado a se render em Waterloo, na Bélgica.

O general inglês Colville ordenou: "Bravos franceses, rendam-se". Pierre Jacques Etienne, o Barão de Cambronne (1770-1842), ficou furioso e respondeu: "Merda! A guarda não se rende jamais!".

A frase de Cambronne foi imortalizada no livro "Os Miseráveis", do escritor francês Victor Hugo, e virou uma exclamação usada sempre em situações difíceis e decisivas, logo incorporada pelos atores de teatro.

Fonte: O Guia dos Curiosos - Língua Portuguesa; Merda! - Paraná-Online.
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